Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Fim de ano

Quinta-feira, 2 de Abril de 2009

Constituição de 1976

Para que não fique esquecida, mais uma data ou uma data que não deve ficar esquecida.



Em 2 de Abril de 1976 era aprovada a Constituição da República, dois anos depois da Revolução.


Muito em breve falaremos disto.

Um abraço
Boas férias

Segunda-feira, 16 de Março de 2009

16 de Março - há 35 anos

Temos estado a falar, nas aulas, da 1ª República.
No entanto, aproxima-se o 25 de Abril, tema que já começámos a tratar em trabalhos de grupo.
E antes do 25 de Abril de 1974... houve o 16 de Março de 1974.



Para que não fique esquecido.
Alguém quer explicar o 16 de Março?
Lembro-vos (porque já falámos disso) que, antes da Revolução Liberal de 1820, houve a conspiração liderada por Gomes Freire de Andrade. Antes do 5 de Outubro de 1910, houve o 31 de Janeiro de 1891. Antes do 25 de Abril de 1974, houve o 16 de Março.

Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

A fragata “D. Fernando II e Glória”

Estava a tratar dos textos sobre o Palácio de Queluz, quando chegou o e-mail do Ricardo. Vinha com o texto que se segue, escrito depois da visita que fez à fragata "D. Fernando II e Glória".

A Fragata “D. Fernando II e Glória” foi a última nau portuguesa da carreira da Índia.
A Fragata “D. Fernando II e Glória” foi construida em Damão (Índia portuguesa), e lançada à água em 22 de Outubro de 1843.
O navio tinha 60 bocas de fogo e a sua guarnição variava entre 145 e 379 homens, mas em algumas viagens chegou a transportar mais de 600 pessoas, entre guarnição e passageiros.
Durante 33 anos a fragata fez ligação entre Portuagal e os territórios portugueses da Índia. Durante este período navegou mais de 100000 milhas náuticas.
Em 1889 a fragata teve algumas alterações para servir como escola de artilharia naval.
Em 1945 iniciou uma nova fase da sua vida como séde de obra social da fragata D. Fernando que se destinava a recolher rapazes de fracos recursos económicos que ali recebiam instrução escolar e treino de marinharia.
Em 1963 a fragata sofreu um violento incêndio em que ficou quase totalmente destruída, permanecendo no Tejo desde dessa data até 1992.
Foi a partir dessa altura que a marinha conduziu todo o projecto de restauro do navio, ficando tal como era na na década de 1850.
A fragata “D. Fernando II e Glória” é actualmente um navio museu no qual é possível aos visitantes aperceberem-se como era a vida a bordo de uma fragata do século XIX.
Esta fragata é hoje uma testemunha importantíssima da história maritima portuguesa, o orgulho de muitas gerações passadas e um exemplo de coragem para gerações futuras.


Ricardo Madeira (6º 7)

Palácio de Queluz - O Palácio, as Invasões, D. Pedro e D. Miguel

D. Pedro IV nasceu no Palácio de Queluz, na Sala D. Quixote, em 1798.

A partida da família real para o Brasil, quando das invasões francesas (1807), marcou, praticamente, o fim de Queluz como residência real.
Os franceses que aqui ficaram aquartelados estragaram e roubaram muitos objectos.
Depois da derrota dos franceses na Batalha do Vimeiro (21 de Agosto de 1808), foi no Palácio de Queluz que ingleses e franceses assinaram a Convenção de Sintra (30 de Agosto) e se acertou a retirada de Junot de Portugal.
Os ingleses que vieram para ajudar a expulsar os franceses não tiveram no palácio um comportamento muito diferente.
Após o regresso da família real do Brasil (1821), o infante D. Miguel veio habitar Queluz. Em certas ocasiões, os seus pais, os reis D. João VI e D. Carlota Joaquina, embora residentes no Palácio da Bemposta, em Lisboa, deram recepções neste palácio.
Depois de ser aclamado rei, em 1828, D. Miguel I escolheu para seu quarto a Sala D. Quixote, onde nascera e viria a morrer, em 1834, o seu irmão, D. Pedro.

Palácio de Queluz - os edifícios e os jardins

A sua arquitectura e decoração têm reflexos do modelo francês, nele predominando o estilo rococó (última fase do estilo barroco). Constituído por um conjunto de edifícios ricamente decorado com azulejos, pinturas murais e talha dourada, destaca-se um valioso conjunto de peças de artes decorativas (mobiliário, pinturas, tapetes, porcelanas), provenientes das colecções reais.
Mas o palácio também se distinguia pelos seus jardins (muito alterados após o seu quase abandono, durante o século XIX), de traçado geométrico, com os seus espaços arborizados, lagos, estátuas, bustos e vasos de mármore, formando, com os vários edifícios, um mais interessantes conjuntos arquitectónicos e paisagísticos do século XVIII em Portugal. No parque existia um canal revestido a azulejos por onde passava uma ribeira e que a família real utilizava para passeios de barco.
Queluz era o sítio ideal para festividades e para os baptizados dos infantes e de filhos de nobres mais chegados à família real.


Palácio de Queluz - residência oficial da família real

Com o terramoto de 1755, desapareceu o Paço da Ribeira (junto ao rio Tejo). D. José mandou edificar outra residência real. O novo palácio foi construído no alto da colina da Ajuda e ficou conhecido como a "Real Barraca" ou "Paço de Madeira", porque foi construído com este material para melhor resistir aos sismos.

Em 1794, um incêndio destruiu este palácio “abarracado” da Ajuda, consumindo o seu recheio: tapeçarias, pinturas, ourivesaria e mobiliário. Por isso, a família real foi obrigada a mudar-se para Queluz, passando este palácio a exercer funções de residência oficial da família real.