Segunda-feira, 29 de Junho de 2009
Quinta-feira, 2 de Abril de 2009
Constituição de 1976
Em 2 de Abril de 1976 era aprovada a Constituição da República, dois anos depois da Revolução.
Muito em breve falaremos disto.
Um abraço
Boas férias
Segunda-feira, 16 de Março de 2009
16 de Março - há 35 anos
Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009
A fragata “D. Fernando II e Glória”
A Fragata “D. Fernando II e Glória” foi a última nau portuguesa da carreira da Índia.
A Fragata “D. Fernando II e Glória” foi construida em Damão (Índia portuguesa), e lançada à água em 22 de Outubro de 1843.
O navio tinha 60 bocas de fogo e a sua guarnição variava entre 145 e 379 homens, mas em algumas viagens chegou a transportar mais de 600 pessoas, entre guarnição e passageiros.
Durante 33 anos a fragata fez ligação entre Portuagal e os territórios portugueses da Índia. Durante este período navegou mais de 100000 milhas náuticas.
Em 1889 a fragata teve algumas alterações para servir como escola de artilharia naval.
Em 1945 iniciou uma nova fase da sua vida como séde de obra social da fragata D. Fernando que se destinava a recolher rapazes de fracos recursos económicos que ali recebiam instrução escolar e treino de marinharia.
Em 1963 a fragata sofreu um violento incêndio em que ficou quase totalmente destruída, permanecendo no Tejo desde dessa data até 1992.
Foi a partir dessa altura que a marinha conduziu todo o projecto de restauro do navio, ficando tal como era na na década de 1850.
A fragata “D. Fernando II e Glória” é actualmente um navio museu no qual é possível aos visitantes aperceberem-se como era a vida a bordo de uma fragata do século XIX.
Esta fragata é hoje uma testemunha importantíssima da história maritima portuguesa, o orgulho de muitas gerações passadas e um exemplo de coragem para gerações futuras.
Palácio de Queluz - O Palácio, as Invasões, D. Pedro e D. Miguel
Os franceses que aqui ficaram aquartelados estragaram e roubaram muitos objectos.
Depois da derrota dos franceses na Batalha do Vimeiro (21 de Agosto de 1808), foi no Palácio de Queluz que ingleses e franceses assinaram a Convenção de Sintra (30 de Agosto) e se acertou a retirada de Junot de Portugal.
Os ingleses que vieram para ajudar a expulsar os franceses não tiveram no palácio um comportamento muito diferente.
Após o regresso da família real do Brasil (1821), o infante D. Miguel veio habitar Queluz. Em certas ocasiões, os seus pais, os reis D. João VI e D. Carlota Joaquina, embora residentes no Palácio da Bemposta, em Lisboa, deram recepções neste palácio.
Depois de ser aclamado rei, em 1828, D. Miguel I escolheu para seu quarto a Sala D. Quixote, onde nascera e viria a morrer, em 1834, o seu irmão, D. Pedro.
Palácio de Queluz - os edifícios e os jardins
Queluz era o sítio ideal para festividades e para os baptizados dos infantes e de filhos de nobres mais chegados à família real.







